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Em junho, a pecuária de corte esteve pressionada para baixo. No mercado do leite, o aumento da oferta na região Sul tirou sustentação no pagamento realizado em junho, referente à captação de maio.
Com escoamento de carne lento e indústrias frigoríficas desacelerando as compras, a cotação caiu para todas as categorias.
Mesmo após o ajuste em relação ao recorde de abril, referência em São Paulo segue entre R$345,00 e R$355,00/@; demanda interna, exportações e postura do pecuarista devem ditar o ritmo dos preços em junho.
Com oferta maior e escalas de abate mais alongadas, as cotações da vaca e da novilha caíram em São Paulo, enquanto boi gordo e “boi China” permaneceram estáveis.
Variação em porcentagem da cotação média do “boi China”, entre janeiro e abril*.
Após um mês de preços firmes e em alta, a cotação caiu pela primeira vez. A oferta de boiadas aumentou, reflexo de uma ponta vendedora mais atenta, precavida e aproveitando os bons preços vigentes.
Aumento pontual na oferta e escalas mais confortáveis pressionaram a arroba
Início do primeiro giro de confinamento tem dúvidas quanto à saída de boiadas e a certeza de margens potencialmente menores.
Volume de carne bovina recebido pela China, em mil toneladas, em janeiro e fevereiro de 2026, e o que resta da cota.
Entrevista com a gerente de relações internacionais na União Nacional do Etanol de Milho (UNEM)., Andréa Veríssimo
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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